quinta-feira, 25 de agosto de 2011

UMA TARDE NO MUSEU DO DIAMANTE

Oficina do Brincar - II Colônia de Férias da UFVJM 


Um momento estratégico de expansão do número de visitantes mirins, e ainda a possibilidade de deslocar o entendimento sobre os espaços de museus, não apenas como "lugares de guardar" e sim espaços em movimento.

Esta atividade fez parte da programação do 43º Festival de Inverno da UFMG e aconteceu no dia 19 de julho de 2011. Coordenado pelo prof. Hilton Fabiano Boaventura Serejo da UFVJM, a oficina proporcionou a cerca de 150 crianças uma experiência de construção cultural ao visitar o museu (alguns pela primeira vez) e realizar uma "caça ao tesouro" no quintal.


O Grupo Oriundo de Teatro apresentou a peça "Quem pergunta quer resposta" e ofereceu uma oficina lúdica nos espaços do Museu do Diamante.


Fotos: Liliane Lopes

 

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

INVENTÁRIO DE MEMÓRIAS DAS RECEITAS QUE GUARDO DE COR...

Resgatar, por meio de pesquisa no município de Diamantina, receitas que guardam o saber familiar de geração em geração. A narrativa buscou desenvolver uma linguagem poética no "fazer". Utilizou-se da abordagem de registro de saberes - como um bem de natureza imaterial.


A atividade foi coordenada pela profª. Ana Catarina Perez Diaz e a diretora do Museu do Diamante Lílian Oliveira.


O projeto fez parte da programação do 43º Festival de Inverno da UFMG 
no período de 18 a 24 de julho de 2011 no Museu do Diamante. 


Teve como público alvo detentores dos segredos do bem comer,
cozinheiros e interessados em alimentação, memória e afeto.
Fotos: Liliane Lopes

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Apresentando...


O Museu do Diamante foi instalado na antiga residência do Padre Rolim, um dos membros da Inconfidência Mineira e polêmico personagem histórico assim como alguns de seus conterrâneos, a  exemplo de Xica da Silva, amante do contratador de diamantes João Fernandes e o ex-presidente do Brasil, Juscelino Kubitschek. 
Com acervo formado por objetos de estilos e tipologias diversas, o museu constitui-se importante espaço de informação e memória tanto para a população de Diamantina, quanto para os curiosos visitantes vindos de todas as partes do mundo. Entre estes objetos podemos encontrar indumentária e imaginária sacra, armaria, um vasto acervo de numismática, mineralogia, além de instrumentos utilizados no processo de mineração do ouro e diamante, que juntos compõem o quadro do que foi o processo de formação e ocupação do norte de Minas Gerais.
Diamantina é o início da Estrada Real, antigo caminho colonial por onde passaram o ouro e o diamante responsáveis pela riqueza da coroa portuguesa. Tal estrada corta boa parte do estado de Minas e do Rio de Janeiro, terminando na cidade litorânea de Parati.
O Museu do Diamante localizava-se à Rua da Quitanda na Casa do Muxarabi, onde hoje encontramos a Biblioteca Antônio Torres. Posteriormente foi transferido para a Rua Direita, que durante alguns anos foi chamada Rua Tiradentes. Sua arquitetura harmoniza-se com o entorno, onde se destacam prédios históricos como a atual prefeitura, antiga Casa da Intendência; a Catedral Metropolitana, construída nos anos de 1930 após a derrubada da antiga igreja colonial da Sé; e, a Casa do Forro Pintado (Casa do Intendente Câmara).
O museu possui ao fundo um enorme quintal onde corria o rio que deu nome ao arraial - o Tijuco - atualmente canalizado. Como exemplo do antigo sistema de abastecimento de água, há um chafariz ao lado do museu que continua a fornecer água potável a todos os que visitam o centro histórico.
Aberto de terça a sábado das 12:00 às 17:30 e nos domingos e feriados das 9:00 às 12:00, o museu espera pela sua visita.